VLOG | DIY: Reformando a bota antiga
Oi, pessoas! Tudo bem?
Esses dias eu tava aqui lembrando que tenho que comprar algumas coisas que ando precisando. Daí fui mexer no armario e achei minha bota de montaria (que eu não uso há um tempão!). Fiquei olhando e me veio a ideia: e se eu transformar essa bota em botinha? hauahuah Depois de "estudar" a bota, notei que seria possível e deixei pra fazer no dia seguinte porque já tava tarde.
Acordei super ansiosa (porque eu sou dessas, vocês sabem! haha) e já fui metendo a mão na massa. Fiquei com vontade de fazer a outra também, mas imaginei que seria legal mostrar pra vocês. Daí, quando meu marido chegou em casa, eu pedi a ajuda dele e gravamos esse tutorial pra vocês!
Ah! Queria lembrá-los que vendi minha câmera e por isso estou gravando com o celular agora, espero que, ainda assim, a qualidade tenha ficado bacana! Pretendo comprar outra depois, uma que não faça barulho quando estiver no foco automático hauahauah, sei que vocês sofriam à beça com aquele ruído. Vocês são guerreiros! <3
Mas, de volta ao que interessa:
A gente se vê em breve, galerinha do bem!
Acordei super ansiosa (porque eu sou dessas, vocês sabem! haha) e já fui metendo a mão na massa. Fiquei com vontade de fazer a outra também, mas imaginei que seria legal mostrar pra vocês. Daí, quando meu marido chegou em casa, eu pedi a ajuda dele e gravamos esse tutorial pra vocês!
Ah! Queria lembrá-los que vendi minha câmera e por isso estou gravando com o celular agora, espero que, ainda assim, a qualidade tenha ficado bacana! Pretendo comprar outra depois, uma que não faça barulho quando estiver no foco automático hauahauah, sei que vocês sofriam à beça com aquele ruído. Vocês são guerreiros! <3
Mas, de volta ao que interessa:
A gente se vê em breve, galerinha do bem!
Quando vocês vão ter filhos?
Há aproximadamente 6 meses (quando me casei), já havia a pressão sobre filhos. Em conversas corriqueiras e apressadas, havia sempre alguém disposto a perguntar "E os filhos?". Eu sempre busquei ser transparente sobre isso, mesmo que fosse um assunto só meu e do meu -na época- noivo. Logo depois mudava de assunto, pois ao descobrirem que se tratava de um projeto muito muito distante, disparavam um "Nossa" seguido de comentários que não faziam de mim a pessoa mais alegre ao ouvir.
Não me lembro de sonhar com a maternidade em nenhum momento da minha vida. Lembro-me de sonhar com viagens ao redor do mundo, com um amor pra toda vida, com uma carreira bacana, mas não me recordo de passar minutos à fio sonhando em ser mãe.
Não acho minha família menos completa porque ainda não nos sentimos preparados. Conheço muitos casais felizes e que também não tem filhos.
É como se o casal fosse formado apenas para gerar filhos, como se o sexo fosse apenas para reprodução (se assim fosse...), como se o "Sim" no altar fosse "Sim, eu aceito ter filhos com você para agradar os outros"...Ser mãe/ser pai é uma decisão tão importante quanto o casamento. Alguns dizem "sim", outros dizem "não", outros (assim como nós) dizem "sim, mas agora não".
Antes de ser mãe, quero me descobrir como esposa e mulher que sou. Quero desvendar todos os meus mistérios e ser uma mãe completa (mas não pronta, afinal, quem está pronta pra maternidade até que ela chegue?).
Depois que casei, a pressão continuou. É como se a nossa vida virasse um emocionante reality show em que todos opinam sobre quando tal coisa deve ou não acontecer, e se sentem chateados quando não acontece aquilo que queriam que acontecesse.
Quando me perguntam mais uma vez sobre isso, sinto-me invadida. O marido olha como quem diz "sinto muito por te perguntarem isso mais uma vez" e, gentilmente, corta o assunto e eu agradeço a Deus por ter alguém que entenda bem o que é esperar o tempo certo.
Um dia, se Deus permitir, teremos filhos. Mas, por favor, deixa que a gente resolve isso, tá? A pressão não adianta nosso projeto.
Casei sim, mas não para ser mãe. Casei para ser esposa e se, futuramente, isso implicar em ser mãe, então eu serei, com toda a felicidade do mundo. Mas, agora, não.
Estreia do Vlog!
Neste primeiro vlog eu respondo a tag TMI - Too much information, dá uma olhada:
Ah! Eu farei novos vídeos com a tag "Dúvida da Leitora", tenho 2 perguntas pra responder e logo vou colocar o vídeo aqui!
Nos vemos em breve!
E a casa finalmente saiu!
Mas umas 2 ou 3 semanas depois, Deus abençoou, e nós conseguimos a casa da vila. Ufa! Acabaram-se os dias de reclusão. Quando chegamos aqui, no início de fevereiro, ainda estávamos sem luz. Como a base fica bem afastada da Vila, optamos por dormir aqui assim que a cama chegasse. Saíamos da base às 5:50 e pegávamos o ônibus que levava o pessoal de lá pra cá. Sem luz ficava difícil fazer alguma coisa, especialmente porque chegávamos muito cedo, então ainda estava escuro, daí a gente forrava o chão e dormia até a casa estar bem clara. A bendita da luz só foi ligada 1 semana depois...
Inventamos de pintar o chão da cozinha (que era um marrom bem queimado), então olhei uns vídeos na internet e pedi ajuda ao meu irmão que já trabalhou com isso. Pintamos a cozinha com époxi (mas vamos dar um jeito de reformá-la outra vez pq se tem algo ruim de limpar é a tinta époxi...na cozinha gruda sujeira demais!) e o banheiro do quarto. Inventamos também de pintar o armário embutido de madeira...usamos tinta PU (automotiva) branca e o resultado ficou incrível! Vaguinho montou os painéis a mão (pq a gente não sabia do bizu da furadeira, mas tudo bem!). Foi muito cansativo, mas gratificante! Sonhamos tanto com o dia de poder chegar na nossa própria casa, tudo do jeito que a gente sempre quis e tudo mais...nem acreditamos que é real, mas é.
Depois meus pais vieram aqui pra matarem a saudade e nos ajudaram com algumas coisas que faltavam também(botar as cortinas, persianas...).
Ainda não tá 100% concluído, mas devagar e sempre!
Mas, voltando ao assunto do início do post, é o seguinte: Aproveitamos o finalzinho das férias pra fazer tudo isso. Assim que meus pais foram embora, Vaguinho já voltou a trabalhar e eis que surgem os serviços!
Bom, funciona assim. Se eu, Brenda, não tô de férias, tiro quantidade X de serviços por mês como todo mundo que está trabalhando. Se eu tiro férias, eu não faço esses serviços enquanto estou em casa, MAS, quando eu volto a trabalhar, eu tenho que tirar todos os serviços que o resto do pessoal já tirou para me igualar. Nessa brincadeirinha aí, o amor pegou 3 serviços em 1 semana. Fiquei apreensiva pra primeira noite sozinha!
A casa aqui tem big janelas e não tem muro, coisas que eu gosto muito porque eu consigo ver a cidade inteira da janela, fora a própria vila que é cheia de grama, árvores, muito bonita. Mas, de noite... Aí o bicho pega! Acho que foi o dia que eu mais gastei energia...luz do quarto acesa, luz do painel acesa, ar ligado, tv ligada. Quase 21 anos na cara e com medo assim. Bom, entre trancos e barrancos, eu dormi (e acordei,e dormi, e acordei...).
Nos outros 2 serviços uma amiga dormiu aqui. Ufa! Ahauhaua É, gente, tá fácil pra ninguém. Dia 18 tem mais serviço e eu espero, sinceramente, que eu largue de ser uma frouxa.
No aguardo do amor chegar pra matar a saudade <3
A gente se vê em breve.
Dúvida da leitora: E depois da transferência?
Terminada a difícil fase de encontros e despedidas, chega a transferência e a gente se enche de dúvidas. Pra começar, trouxe o e-mail de 2 leitoras pra ajudar com esse assunto.
Quando fui pedida em casamento, no dia 20 de Janeiro de 2013, não havia o pensamento dele ser transferido para outro estado, era tudo muito novo ainda pra nós. Não sabíamos bem como funcionava, mas queríamos ficar no Rio de Janeiro. Esse desejo de continuar na nossa cidade natal foi sumindo enquanto víamos a violência crescendo, os engarrafamentos virando parte da rotina e a corrupção e impunidade crescendo sem limites. Qualidade de vida pesou muito na nossa escolha, então o Rio foi descartado sem dó nem piedade. Tínhamos algumas garantias aqui no Rio, uma casa e também nossa família, mas às vezes precisamos alçar alguns voos que não nos permitem ficar tão perto quanto gostaríamos. Mas não nos arrependemos! É maravilhoso saber que, mesmo longe de todo mundo, Deus nos sustenta. Foi incrivelmente difícil preparar um casamento e não saber absolutamente nada sobre o porvir. Não podia comprar nada antes de casar, porque o frete não compensaria caso fossêmos pra muito longe (o que acabou acontecendo mesmo). Viemos para um lugar completamente desconhecido e tem sido uma grande aventura. Chegamos aqui e já corremos pras lojas pra comprarmos nossas coisas, foi incrível! Tudo melhor do que havíamos sonhado, mas ainda está tudo na loja, aguardando endereço para entrega. Espero poder dar este endereço pra eles em breve!
A saudade dos familiares certamente pesa bastante, mas um dia de cada vez e a gente chega lá. É preciso muita compreensão, carinho, sabedoria, paciência e, é claro, amor. Quando estamos longe, tudo o que temos é um ao outro. Há uma doação enorme e o companheirismo transborda. As dificuldades são diminuídas com muita risada e perseverança! Nada é fácil, e nós sabemos que cada passo adiante deixa um caminho pra trás. No Rio deixei muitas coisas, muitos sonhos, mas aqui, em Anápolis, eu estou recomeçando! Nada tenho além de muita audácia e vontade de crescer. As barreiras podem ser nossas aliadas quando temos força de vontade... Longe ou perto de casa, devemos ter uma enorme certeza: Lar é onde está o coração.
Oi flor, tudo bem? Bom, eu vi que você casou a um tempo(e pelo q eu vi parece que foi lindo.Assim, eu estou aqui pra me abrir e conversar com você porque sei que assim que voce casou você teve que acompanhar seu esposo e se mudar.O meu noivo vai se formar cabo ano que vem, e é o ano que queremos nos casar. Ele pretende se voluntariar para ser transferido porque quanto mais cedo melhor. Eu quero muito acompanhar ele, só que as vezes fico com medo pois vai ser um lugar onde não terei ninguém comigo. Você que passa por isso poderia me dar alguns conselhos ?
Enviado pela Emanuele M.
Oi Brenda, bom dia! Acredito que muitas meninas devem te perguntar várias como sobre ser namorada de militar. Você terminou essa jornada de eear e eu começo agora. A minha dúvida é sobre o casamento. Noivamos assim que ele foi pra Guará e tenho vontade de começar a organizar as coisas do casamento pra fazer assim como vc, casar 1 semana dps q ele se formar. Mas pra isso eu tenho duvidas sobre a casa. Vcs compraram? Pq fico na duvida de comprar aqui no Rio e ele ser transferido (Eu gostaria q ele fosse transferido para o Sul rs). Vc comprou os móveis? Como foi esse processo? Parabéns pelo casório, foi lindo! Um beijoEnviado pela Débora F.
A saudade dos familiares certamente pesa bastante, mas um dia de cada vez e a gente chega lá. É preciso muita compreensão, carinho, sabedoria, paciência e, é claro, amor. Quando estamos longe, tudo o que temos é um ao outro. Há uma doação enorme e o companheirismo transborda. As dificuldades são diminuídas com muita risada e perseverança! Nada é fácil, e nós sabemos que cada passo adiante deixa um caminho pra trás. No Rio deixei muitas coisas, muitos sonhos, mas aqui, em Anápolis, eu estou recomeçando! Nada tenho além de muita audácia e vontade de crescer. As barreiras podem ser nossas aliadas quando temos força de vontade... Longe ou perto de casa, devemos ter uma enorme certeza: Lar é onde está o coração.
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