Um dia para repensar...


Ei, povo do bem! Hoje precisei escrever. O dia da mulher é muito mais do que postagens legais no facebook nos parabenizando, mais do que flores e jantar pra comemorar. Pra mim, é um dia que a gente tem que tirar para repensar nosso papel nessa terra.
Sempre tive relutância em me assumir "feminista", não por ser adapta do machismo (Deus me livre!), mas por não concordar com muitas questões (que considero extremistas). Porém, como cristã, lembrei-me que também não concordo com o posicionamento de muitas igrejas e, possivelmente, tenho opiniões divergentes dos demais irmãos da minha própria. Isso faz de mim menos cristã? É claro que não.

Como mulher, gostaria de chamar a atenção de vocês, queridxs leitorxs, para o que realmente queremos ganhar!




Como pode ser considerado normal uma mulher não poder sair desacompanhada sem o risco de ser abusada?
Como pode ser considerado normal um homem assediar uma mulher só porque ela tava passando de short?
Como pode ser considerado normal mulheres serem mortas porque estavam viajando sozinhas?
Como pode ser considerado normal ser chamada de "difícil/bruxa/ignorante" só porque não aceitamos a cantada?

Lembro até hoje de quando recebi a cantada mais desrespeitosa que ouvi, enquanto andava com a minha mãe. O cara, sentado numa mesa de bar com outros caras, começou a falar da minha bunda. Quando notei, coloquei a bolsa pra trás (eu estava usando uma bolsa transversal) pra tampar. Ele disparou: "Escrota! Tenho uma melhor em casa". Me senti mal por alguns minutos, depois me senti mal pela tal da melhor que ele tinha em casa. No fim, senti pena dele.

Além disso, é importante ressaltar que, nós, mulheres, precisamos nos unir. Foi criada uma rivalidade entre nós e ela precisa ser desfeita pra já!
Largue de mão essa cultura de criticar o cabelo alheio ou a roupa alheia. Cada um faz suas próprias escolhas, ainda que não nos simpatizemos com estas. Devemos amar e respeitar em todo o tempo!
Nós não devemos julgar, nunca saberemos o que a outra pessoa vive.
Somos maravilhosas e, juntas, podemos alcançar muito mais!


Caso alguém queira me enviar flores, por favor... me dê mcfish no lugar! Dá pra comprar 2!



Miss


VLOG | DIY: Reformando a bota antiga

Oi, pessoas! Tudo bem?


Esses dias eu tava aqui lembrando que tenho que comprar algumas coisas que ando precisando. Daí fui mexer no armario e achei minha bota de montaria (que eu não uso há um tempão!). Fiquei olhando e me veio a ideia: e se eu transformar essa bota em botinha? hauahuah Depois de "estudar" a bota, notei que seria possível e deixei pra fazer no dia seguinte porque já tava tarde.
Acordei super ansiosa (porque eu sou dessas, vocês sabem! haha) e já fui metendo a mão na massa. Fiquei com vontade de fazer a outra também, mas imaginei que seria legal mostrar pra vocês. Daí, quando meu marido chegou em casa, eu pedi a ajuda dele e gravamos esse tutorial pra vocês!

Ah! Queria lembrá-los que vendi minha câmera e por isso estou gravando com o celular agora, espero que, ainda assim, a qualidade tenha ficado bacana! Pretendo comprar outra depois, uma que não faça barulho quando estiver no foco automático hauahauah, sei que vocês sofriam à beça com aquele ruído. Vocês são guerreiros! <3

Mas, de volta ao que interessa:



A gente se vê em breve, galerinha do bem!

#VLOG | Tour pelo cantinho + tutorial (ou quase)


Oi, pessoas! Como vocês estão? No começo do mês eu fiz umas mudanças aqui no quarto e tô mostrando pra vocês. Fiquei muito animada e terminei rapidinho! Ainda quero fazer outras coisas por aqui, mas, por enquanto, é isso. Espero que vocês gostem e que se inspirem também!










Quando vocês vão ter filhos?


Há aproximadamente 6 meses (quando me casei), já havia a pressão sobre filhos. Em conversas corriqueiras e apressadas, havia sempre alguém disposto a perguntar "E os filhos?". Eu sempre busquei ser transparente sobre isso, mesmo que fosse um assunto só meu e do meu -na época- noivo. Logo depois mudava de assunto, pois ao descobrirem que se tratava de um projeto muito muito distante, disparavam um "Nossa" seguido de comentários que não faziam de mim a pessoa mais alegre ao ouvir.
Não me lembro de sonhar com a maternidade em nenhum momento da minha vida. Lembro-me de sonhar com viagens ao redor do mundo, com um amor pra toda vida, com uma carreira bacana, mas não me recordo de passar minutos à fio sonhando em ser mãe.
Não acho minha família menos completa porque ainda não nos sentimos preparados. Conheço muitos casais felizes e que também não tem filhos.
É como se o casal fosse formado apenas para gerar filhos, como se o sexo fosse apenas para reprodução (se assim fosse...), como se o "Sim" no altar fosse "Sim, eu aceito ter filhos com você para agradar os outros"...
Ser mãe/ser pai é uma decisão tão importante quanto o casamento. Alguns dizem "sim", outros dizem "não", outros (assim como nós) dizem "sim, mas agora não".
Antes de ser mãe, quero me descobrir como esposa e mulher que sou. Quero desvendar todos os meus mistérios e ser uma mãe completa (mas não pronta, afinal, quem está pronta pra maternidade até que ela chegue?).
Depois que casei, a pressão continuou. É como se a nossa vida virasse um emocionante reality show em que todos opinam sobre quando tal coisa deve ou não acontecer, e se sentem chateados quando não acontece aquilo que queriam que acontecesse.
Quando me perguntam mais uma vez sobre isso, sinto-me invadida. O marido olha como quem diz "sinto muito por te perguntarem isso mais uma vez" e, gentilmente, corta o assunto e eu agradeço a Deus por ter alguém que entenda bem o que é esperar o tempo certo.
Um dia, se Deus permitir, teremos filhos. Mas, por favor, deixa que a gente resolve isso, tá? A pressão não adianta nosso projeto.

Casei sim, mas não para ser mãe. Casei para ser esposa e se, futuramente, isso implicar em ser mãe, então eu serei, com toda a felicidade do mundo. Mas, agora, não.

Estreia do Vlog!



Imagem de youtube, iphone, and funnyEi, pessoal! Cheguei com novidades pra vocês. Faz um tempo que eu tenho vontade de criar um vlog pro canal, mas eu sempre fazia uns vídeos e achava horrível. Nunca tinha coragem, mas conversei com o Pam do Odonto Beauty  e ela me encorajou (Obrigada, Pam!).
Neste primeiro vlog eu respondo a tag TMI - Too much information, dá uma olhada:

Ah! Eu farei novos vídeos com a tag "Dúvida da Leitora", tenho 2 perguntas pra responder e logo vou colocar o vídeo aqui!

Nos vemos em breve!



E a casa finalmente saiu!

"Nem só de flores vive o casamento" disse alguém, "Tem também muitos espinhos". O que eu não sabia é que os espinhos seriam as noites longe. Quando a gente tá noiva, nem se preocupa muito com as obrigações da carreira militar, passa sim pela nossa cabeça, mas não sabemos muito bem como lidar. É tudo expectativa até que se torne em realidade. E aí foi assim: Meu amor pegou férias pra nos mudarmos, ok. Mas não deu muito certo. Fomos na reunião de distribuição de casas aqui e não pegamos. Voltamos frustrados...e lá se vão mais alguns dias infindáveis no hotel de trânsito (que era um alojamento, na verdade). Era difícil demais ficar por lá...a gente não via nada, parecia que estávamos de quarentena. Pense num casal recém-casado nesse perrengue! As costas doiam porque a gente dormia no chão e, vez ou outra, eu acordava o vagner pra matar um bicho estranho que aparecia. Lembro até hoje da vez que eu tava tomando banho e um grilo preto posou no meu cabelo, daí gritei o nome do amor e quase o matei de susto, né? kkk E procura o bicho no meu cabelo, mas o bicho fugiu "Não tem nada não, amor...Deve ter sido impressão". É só o amor sair que o bicho reaparece. Ô sofrimento, viu?!
Mas umas 2 ou 3 semanas depois, Deus abençoou, e nós conseguimos a casa da vila. Ufa! Acabaram-se os dias de reclusão. Quando chegamos aqui, no início de fevereiro, ainda estávamos sem luz. Como a base fica bem afastada da Vila, optamos por dormir aqui assim que a cama chegasse. Saíamos da base às 5:50 e pegávamos o ônibus que levava o pessoal de lá pra cá. Sem luz ficava difícil fazer alguma coisa, especialmente porque chegávamos muito cedo, então ainda estava escuro, daí a gente forrava o chão e dormia até a casa estar bem clara. A bendita da luz só foi ligada 1 semana depois...
Inventamos de pintar o chão da cozinha (que era um marrom bem queimado), então olhei uns vídeos na internet e pedi ajuda ao meu irmão que já trabalhou com isso. Pintamos a cozinha com époxi (mas vamos dar um jeito de reformá-la outra vez pq se tem algo ruim de limpar é a tinta époxi...na cozinha gruda sujeira demais!) e o banheiro do quarto. Inventamos também de pintar o armário embutido de madeira...usamos tinta PU (automotiva) branca e o resultado ficou incrível! Vaguinho montou os painéis a mão (pq a gente não sabia do bizu da furadeira, mas tudo bem!). Foi muito cansativo, mas gratificante! Sonhamos tanto com o dia de poder chegar na nossa própria casa, tudo do jeito que a gente sempre quis e tudo mais...nem acreditamos que é real, mas é.
Depois meus pais vieram aqui pra matarem a saudade e nos ajudaram com algumas coisas que faltavam também(botar as cortinas, persianas...).
Ainda não tá 100% concluído, mas devagar e sempre!
Mas, voltando ao assunto do início do post, é o seguinte: Aproveitamos o finalzinho das férias pra fazer tudo isso. Assim que meus pais foram embora, Vaguinho já voltou a trabalhar e eis que surgem os serviços!
Bom, funciona assim. Se eu, Brenda, não tô de férias, tiro quantidade X de serviços por mês como todo mundo que está trabalhando. Se eu tiro férias, eu não faço esses serviços enquanto estou em casa, MAS, quando eu volto a trabalhar, eu tenho que tirar todos os serviços que o resto do pessoal já tirou para me igualar. Nessa brincadeirinha aí, o amor pegou 3 serviços em 1 semana. Fiquei apreensiva pra primeira noite sozinha!
A casa aqui tem big janelas e não tem muro, coisas que eu gosto muito porque eu consigo ver a cidade inteira da janela, fora a própria vila que é cheia de grama, árvores, muito bonita. Mas, de noite... Aí o bicho pega! Acho que foi o dia que eu mais gastei energia...luz do quarto acesa, luz do painel acesa, ar ligado, tv ligada. Quase 21 anos na cara e com medo assim. Bom, entre trancos e barrancos, eu dormi (e acordei,e dormi, e acordei...).
Nos outros 2 serviços uma amiga dormiu aqui. Ufa! Ahauhaua É, gente, tá fácil pra ninguém. Dia 18 tem mais serviço e eu espero, sinceramente, que eu largue de ser uma frouxa.

No aguardo do amor chegar pra matar a saudade  <3

A gente se vê em breve.